Blog do bairro de Magalhães Bastos
   
 
BRASIL, Sudeste, RIO DE JANEIRO, MAGALHAES BASTOS, Homem, Mais de 65 anos, Portuguese
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História do Bairro de Magalhães Bastos

Conheça melhor o bairro de Magalhães Bastos

Magalhães Bastos é um pequeno bairro da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, de classe média-baixa, ao norte da linha férrea, próximo aos bairros de Realengo, Vila Militar e Jardim Sulacap. Área Territorial (2003): 197,59 hectares Total de população (2000): 24.849 habitantes Total de domicílios (2000): 7.300 Bairros integrantes da região administrativa são: Campo dos Afonsos, Deodoro, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Realengo, Vila Militar. Magalhães Bastos em seus 2.000 km2 remonta a desapropriação da Fazenda Sapobemba em meados de 1907, no governo do Presidente da Republica Afonso Pena após a reorganização do Exército feita por Marechal Hermes da Fonseca, então Ministro da Guerra. Sapopemba era localidade que pertencia a freguesia de Irajá, com população aproximada na época de 14.400 habitantes, segundo o recenseamento de 1890. A lavoura era tida como a mais importante do Distrito Federal. As terras da Fazenda de Sapopemba pertenciam ao Conde Sebastião do Pinho. .

Nome do bairro foi em homenagem a um Coronel responsável pela construção da Vila Militar

Magalhães Bastos tem origem do nome dada em homenagem ao Tenente Coronel Antonio Leite Magalhães Bastos, que nasceu em Pernambuco aos 02 de Setembro de 1873, em 1907 foi nomeado membro da comissão de instalação da Vila militar, tinha como missão a construção de quartéis, residências, da ferrovia e das estações da região. Em 28 de setembro de 1919, o general Alberto Cardoso de Aguiar, ao deixar o cargo de Ministro da Guerra, elogiou a inteligência, lealdade e capacidade técnica e disposição urbanística do oficial e, no dia 6 de novembro de 1919, ele assumiu o comando do 1º Batalhão de Engenharia que ficava localizado em Realengo (Estrada Real de Santa Cruz) em um velho prédio térreo, bastante arruinado em frente a um pântano, esse quartel era iluminado por energia elétrica na época. Esta unidade militar que não esta mais sediada no Rio de Janeiro. Magalhães Bastos faleceu em 27 de Agosto de 1920.

Magalhães Bastos o inicio de tudo

Quem foi pioneiro nesta fundação foi Manoel Guina, português, mestre de obras, veio de São Paulo atraído pela oportunidade de emprego para trabalhar na construção da Vila-Militar, obra esta ordenada por Marechal Hermes. A disposição de fincar raízes naquele espaço urbano da então capital do país, nesta época não tinha no Rio de Janeiro mão de obra qualificada para tal empreendimento, a construção era necessária devido ao transporte de equipamentos militares. Antes de se chamar Magalhães Bastos o local era conhecido como "Fazenda das Mangueiras" e posteriormente "Vila São José", somente após a segunda guerra é que o bairro passou a chamar-se Magalhães Bastos, homenagem dada ao Tenente Coronel Antonio Leite de Magalhães Bastos. Seu Manoel Guina era muito religioso, a época ele fundou a Conferência São José, depois substituído pelo confrade Sebastião Tumine, sargento do exército. Na época existiam poucos padres em Magalhães Bastos. A responsabilidade de rezar as missas era de Padre Miguel, vigário por muitos anos em Realengo, mas na verdade, quem rezava a maioria das missas eram os padres militares (Capelão).

Principais fatos e acontecimentos que fizeram a história do bairro

A primeira escola a ser construída no bairro, foi a Escola Rural (Hoje Escola Municipal Álvaro Alvim). A primeira Fábrica de Magalhães Bastos, mais conhecida como fábrica de louça (Hoje Manufatura de Produtos King) foi instalada no bairro em 1943, nesta época sua atividade era fabricação de vidro, velas e cerâmica, tendo como seu fundador o senhor Antonio Pedro Camalhão Rocha. Em 2009 a fábrica completou 66 anos de existência e emprega boa parte da mão de obra existente no bairro. A Estrada General Canrobert da Costa (Antiga Limites do Barata) ainda não era asfaltada e não possuía meio fio, só em 1951 e que recebeu calçamento de paralelepípedos.

Estação é referencia para o bairro: A Estação de Magalhães Bastos, é sem duvida o marco da fundação do bairro. A construção deu-se por pedido de Manoel Guina, na época quem usava o trem como transporte saltava atrás do Quartel de Cavalaria, próximo ao campo de Instrução do Gericinó. Esta parada

Clique aqui e veja a Galeria de Imagens antigas do bairro

Você não está proibido de copiar a história do bairro, solicito apenas que informe a fonte e o autor da pesquisa, é o mínimo que você pode fazer para respeitar a lei do Direito Autoral.



Escrito por Rogério Silva - Editor às 09h05
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Estação de Magalhães Bastos | Reforma visa Olimpíadas de 2016

 

 

Em junho de 2002 a "Estação de Magalhães Bastos" teve a plataforma sentido Santa Cruz interditada por conta de um estoure de tubulação de água da CEDAE. O caso se arrastou por mais de um ano e nunhuma das duas empresas "CEDAE e SUPERVIA" se manisfestaram em dar uma solução, pois bem, a "Associação Comunitária de Magalhães Bastos entrou com uma representação no Ministério Público (Ação Cívil) que cobrou melhorias e que resultou em alguns benefícios a população do bairro, tais como: A cobertura de parte da plataforma no sentido Centro, a abertura do Guiché de acesso pela Estrada São Pedro de Alcântara e repintura geral na estação. Como muitos falaram da participação de um vereador que ele próprio intitulou como o "negociador" Na verdade a grande participação bem articulada e dentro da lei foi da Associação de Moradores de Magalhães Bastos em nome de seu Presidente Renato Mora de Oliveira. Moradores: A verdade tem que ser dita!!!
 Editor:Rogério Silva



Escrito por Rogério Silva - Editor às 22h19
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Projeto Transolimpica | Via passará pelo bairro, será que trará algum beneficio a população local.

O projeto de criação da via expressa ligando Barra da Tijuca a Magalhães Bastos existe desde 2003, mas só agora deve ser concretizado devido as jogos Olímpicos de 2016. Devemos observar que se não fosse as Olimpíadas, projeto de tal magnitude não sairia do papel, pois a política do Governo Municipal não é favorecer o desenvolvimento de transporte de massa, temos vários exemplos que fazem parte do nosso dia-a-dia. Agora a prefeitura irá licitar a obra da Transolimpica, que com o trajeto principal irá desembocar no bairro, mas será que trará benefícios a população local?


O bairro terá uma estação BRT e ganhará a praça de pedágio
RIO - O projeto da Transolímpica - via expressa de 26 quilômetros que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro - prevê aproximadamente 60 ônibus articulados (Bus Rapid Transit, BRT) para transportar, em corredores exclusivos, cem mil passageiros por dia. Estudos ainda estão sendo realizados para prever a quantidade de carros, mas, segundo o subsecretário da Casa Civil, Luiz Fernando Barreto, a estimativa inicial é 50 mil veículos por dia. Além de duas pistas com três faixas de rolamento para os carros, o BRT terá 18 estações, com bicicletários. Conforme o projeto, a Transolímpica terá 30 quilômetros de ciclovias ao longo do traçado, nas duas laterais da via, além de ciclovias alimentadoras.

 

A obra viária - maior ainda do que a Linha Amarela, inaugurada em 1997- quebra um jejum de mais de uma década no Rio. Segundo o prefeito Eduardo Paes a TransOlímpica será a maior obra da cidade nos últimos 30 anos. O traçado começará na Avenida Salvador Allende, na altura da Avenida das Américas, e vai até a Avenida Brasil, recriando percursos que hoje até podem ser feitos, mas por estradas sinuosas, estreitas e mal sinalizadas como a do Catonho, entre outras.

Paes não revelou o custos das obras nem o valor do pedágio que vai ser cobrado dos usuários. O prefeito disse que os valores só serão divulgados no dia 11 de junho, durante uma audiência pública. A previsão é que a obra seja concluída no primeiro semestre de 2015. O edital será lançado em setembro, enquanto a assinatura do contrato e início das obras estão previstos para o primeiro semestre de 2011.

A construção da TransOlímpica é um dos compromissos firmados com o Comitê Olímpico Internacional (COI) para os Jogos de 2016, mas, segundo Paes, ela já estava sendo planejada antes de a cidade ser escolhida como sede do evento. A nova via vai ligar o Complexo Olímpico da Barra da Tijuca e a vila dos atletas ao Polo de Competições de Deodoro. O terminal do BRT em Deodoro será na estação de trens da SuperVia. A previsão é que o tempo da viagem de ônibus passe de uma hora e 50 minutos para apenas 40 minutos; e, de carro, dos atuais 55 minutos para meia hora.

Além da conexão com a SuperVia, a nova via expressa será interligada aos corredores expressos TransCarioca (Barra-Penha) e TransOeste (Barra-Santa Cruz), que prevê a construção do Túnel da Grota Funda e a duplicação da Avenida das Américas no trecho do Recreio.

 

Túnel passará pela Pedra Branca
O traçado escolhido para a TransOlímpica, segundo o prefeito, sofreu mudanças para evitar que fosse necessário um grande número de desapropriações.

- O traçado original praticamente acabava com Curicica (sub-bairro de Jacarepaguá). O trajeto mudou e agora passa por áreas industriais, evitando desapropriações - disse o prefeito.

Um exemplo dessa estratégia é o túnel, de quatro quilômetros de extensão em cada sentido, que será construído sob o Maciço da Pedra Branca. Ele teve o acesso modificado porque seria preciso desapropriar um grande número de propriedades.

A via expressa terá também viadutos, chamados "túneis falsos", para evitar impactos na região. Um exemplo é o que passará pelo Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, e seguirá pela Avenida Salustiano Silva até a Avenida Brasil.

O sistema de transporte BRT terá faixas especiais, integração com linhas de ônibus, bilhetagem fora dos veículos e plataformas com embarque em nível e acesso para deficientes físicos.

Tarifa do BRT será a mesma do bilhete único
Na apresentação do projeto, um dos pontos destacados foi o acesso para veículos em geral e o transporte coletivo na região que terá o maior número de novas moradias em função dos Jogos Olímpicos e do programa Minha Casa, Minha Vida. A prefeitura prevê também que a construção da via expressa cause a inserção da região de Deodoro e Magalhães Bastos no polo de crescimento residencial e econômico. A praça do pedágio será construída na região de Magalhães Bastos, com bloqueio nos acessos para a Avenida Marechal Fontenelle.

Paes disse que espera conseguir verbas federais para as obras da via expressa. A construção da TransOlímpica será realizada em parceria com a iniciativa privada. O vencedor da licitação construirá a via expressa, fará sua manutenção e cuidará de sua operação por 35 anos. Além da remuneração com a cobrança do pedágio, receberá uma contrapartida mensal da prefeitura, cujo valor não foi revelado pelo prefeito.

Outra licitação prevista é para a operação do sistema de BRTs, também por 35 anos. O vencedor da licitação será responsável pela aquisição dos ônibus, pelos sistemas de controle, pela construção das garagens e pela construção e manutenção das estações, além da operação de todo o sistema. O valor da tarifa a ser cobrada será o mesmo do bilhete único municipal.



Escrito por Rogério Silva - Editor às 22h13
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Passeata em Magalhães Bastos

 Moradores vão as ruas em busca de melhorias

Magalhães Bastos tem diversos problemas: ruas que inundam nas enchentes do verão, trânsito intenso nas vias interiores do bairro, o que já resultou em quatro atropelamentos fatais, 2 deles nos últimos meses, ruas mal iluminadas, rios assoreados e etc. Problemas que assolam vários bairros dormitórios. Foi por conta desses problemas que a igreja de São José, já há algum tempo, vem promovendo debates entre os moradores e algumas lideranças políticas da região, o que culminou na passeata do dia 22 de agosto.

O ato foi o máximo e, segundo alguns participantes, moradores muito antigos do bairro, o primeiro ato político de Magalhães Bastos, organizado pela comunidade. A passeata percorreu as ruas onde há mais problemas fazendo paradas em pontos estratégicos, onde o locutor ia lendo as reivindicação dos moradores e também a cartas escrita e distribuída no bairro. Na passagem pelas ruas com mais transito foi muito gratificante ver que vários carros abriam as janelas para ver a passeata e pegar a carta que foi distribuída também durante o ato.
Entretanto alguns pontos chamaram minha atenção. Primeiro, o fato de o locutor sempre se referir ao evento como um ato "cívico" e não "político", uma alusão política partidária. Qualquer mobilização popular é um ato político, entretanto e infelizmente a palavra "política" sempre está associada a política partidária e não a cultura política que seria o hábito da participação, do envolvimento nas questões sociais e políticas independentemente de identificação partidária (o que não quer dizer falta de idenficação ideológica). A passeata foi um ato político, talvez o primeiro ato político de mobilização popular realizado no meu pequeno e modesto bairro, o que tem uma importância absurda para a formação política das pessoas e melhoria da comunidade.

Segundo, apesar dos membros da igreja mais envolvida estar divulgando o ato já há algum tempo em todo o bairro, o que incluiu também as igrejas evangélicas e as várias associação de moradores, basicamente eu só vi gente da igreja católica lá. Terceiro, as pessoas da igreja que vi eram praticamente as mesmas que eu esperaria ver num ato político, pessoas mais velhas, da minha idade ou da idade da minha mãe, que já participavam da igreja quando eu ainda frequentava, ou seja há mais ou menos dez anos (tem esse tempo que eu parei de frequentar a igreja).
Em resumo: só se sensibilizaram com o ato aquelas pessoas de uma outra geração, uma geração marcada em maior ou menor grau pela redemocratização. Os únicos jovens que vi são os do grupo jovem, via de regra universitários, e muitas crianças pois estavam acompanhando os pais.

A passeata foi muito válida. Uma das pessoas que participam da igreja e da mobilização política no bairro, disse que em mais de quarenta anos residindo em Magalhães Bastos nunca tinha visto um ato como aquele. Entretanto, há muito que se fazer ainda. Há que se sensibilizar as pessoas, sobretudo as mais necessitadas que não percebem a importância da mobilização exatamente porque não acreditam na mobilização, não sabem o significado da palavra cidadania, não crêem que através da participação política podem mudar suas vidas. Não possuem cultura política. A falta de cultura política não acomete somente os mais pobres, acomete também o remediado, aquele que mora na parte melhorzinha do bairro, com ruas asfaltadas e bem iluminadas. Este possui uma visão individualista de mundo e não se vê como membro da coletividade.

Esse quadro precisa ser mudado e para isso é necessária muita campanha, muita conversa, muito debate. Eu acredito que é possível! O primeiro passo já foi dado
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Escrito por contato às 10h05
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Blog do bairro de Magalhães Bastos

Magalhães Bastos é um pequeno bairro da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, de classe média-baixa, ao norte da linha férrea, próximo aos bairros de Realengo, Vila Militar e Jardim Sulacap. Área Territorial (2003): 197,59 hectares Total de população (2000): 24.849 habitantes Total de domicílios (2000): 7.300 Bairros integrantes da região administrativa são: Campo dos Afonsos, Deodoro, Jardim Sulacap, Magalhães Bastos, Realengo, Vila Militar. Magalhães Bastos em seus 2.000 km2 remonta a desapropriação da Fazenda Sapobemba em meados de 1907, no governo do Presidente da Republica Afonso Pena após a reorganização do Exército feita por Marechal Hermes da Fonseca, então Ministro da Guerra. Sapopemba era localidade que pertencia a freguesia de Irajá, com população aproximada na época de 14.400 habitantes, segundo o recenseamento de 1890. A lavoura era tida como a mais importante do Distrito Federal. As terras da Fazenda de Sapopemba pertenciam ao Conde Sebastião do Pinho



Escrito por contato às 09h41
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